Competitividade e Cooperação: foi tema hoje da ADCE Brasil




A pandemia do novo coronavírus vem trazendo uma metamorfose no comportamento humano. Grandes mudanças ocorrem a todo instante nas decisões das lideranças mundiais. Seja do presidente da nação ou do  profissional que enterra as pessoas nos cemitérios improvisados de última hora. Participei de uma Live promovida pela Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas- ADCE Brasil dia 28 de abril. Participaram, além do dirigente empresarial Guilherme Cavalieri, da Associação Brasileira de Recursos Humanos Ricardo Guimarães sócio fundador da Thymus Branding, Rubens Menin presidente do Conselho da MRV Engenharia e Sergio Cavalieri presidente da ADCE Brasil. O tema buscou um debate e reflexões das ações de empresários cristãos para a gestão de empresas pós COVID-19. Fiquei atento em algumas das considerações que pretendo neste artigo, passar aos leitores. Primeiro, segundo o Rubens Menin, que nesta pandemia pode observar menor poluição na atmosfera contribuindo significativamente para o bem estar da saúde da humanidade. Otimista em suas posições, diz a competitividade no mercado. Ricardo Guimarães embasou aspectos da importância da previsão, seja nas empresas ou na vida das pessoas. Outro aspecto, é que as empresas estão encaixadas com a sociedade na busca de parcerias como se vê agora nesta pandemia. Não é filantropia, mas comprometimento, cooperação.
 Tudo tem que ser previsto para dar segurança nas decisões pessoais ou empresariais, foi uma colocação de Ricardo que chamou a atenção. Questões como, qual o significado da minha empresa na sociedade em que estamos vivendo, deve ser prioridade não só neste momento e, sim, posteriormente para se obter resultados. Citando uma das passagens do evangelho na citação da travessia do mar vermelho, Ricardo expôs como empresário cristão,  como inspirador a reflexão das palavras bíblicas no aspecto decisões de Moisés e daqueles que o acompanhavam na busca da Terra Prometida. Rezar, voltar para casa, lutar, se jogar no mar? Era o caminho da fé na travessia, e só aconteceu quando a água estava no nariz daquela imensa multidão, quase se afogando, que a abertura das águas aconteceu. Assim também é neste momento, onde há a na necessidade de se ter um propósito, uma gestão de riscos para garantir o futuro. Olhar a empresa como coletivo, sem desperdiçar uma oportunidade que seja. Para Sergio Cavalieri, empresário que se dedica como fez o seu pai, um dos fundadores da ADCE SP na década de 50, falou sobre a sua convicção em termos uma mensagem de esperança neste momento. O mundo não vai acabar. Temos uma mudança de época na história da humanidade. As pessoas estão mais conectadas. Somos oito bilhões de pessoas no Planeta Terra e muitos desafios a serem superados. Sergio Cavalieri também citou um documento do papa Francisco, a Encíclica “Laudato Si”, como um alerta recente do papa sobre a preservação da natureza e do planeta, como a nossa casa prioritária da criação divina. (Laudato Si é uma encíclica escrita pelo papa Francisco, onde critica o consumismo e o desenvolvimento irresponsável e faz um apelo à mudança e à unificação global para combater a degradação ambiental e as alterações climáticas) Nas suas ponderações o presidente da ADCE Brasil  se lembrou do trabalho da entidade no novo conceito de responsabilidade social, focando na dignidade da pessoa humana. As empresas precisam mudar para uma consciência de economia de valores e agir na transformação da sociedade. Produzir bons produtos e valorizar o ser humano. Uma economia de valores cristãos.  Com isso a empresa ganha relevância. Se antes da pandemia perguntávamos: ”o que você faz?”, agora precisamos questionar: Por que você faz?”. Hoje tem que haver a cooperação da empresa e da sociedade, operar um novo mundo, em ambiente de confiança, conceito de respeito às pessoas. Sergio Cavalieri afirmou com convicção que vamos sair melhor dessa. O vídeo completo da Live pode ser encontrado no site da ADCE Brasil.




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