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Darci Moraes

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  Darci Moraes   Há cerca de dez dias fui ao médico solicitar exames para teste de COVID. Estava na recepção do consultório quando um amigo de décadas apareceu também para consulta. Era o Darci Moraes. Só havia nós dois na sala de espera. Há tempos que não via o Darci. Perguntei como ele estava indo. E o trabalho que faz em sondagens em Sorocaba. Feliz, o Darci me relatou que a empresa tinha sido escolhida pela Construtora Planeta para executar fundações em suas obras. Que mesmo não conhecendo o seu presidente tinha grande admiração pelo crescimento da construtora. Falou que estava bem fisicamente e fazendo exames e testes para o COVID. Como a minha consulta era primeiro, logo em seguida fui chamado. Quando sai, falei até qualquer hora ao Darci e desejei boa sorte a ele. Era a despedida em vida. Conhecia o Darci há uns 30 anos. Ele era exatamente o mesmo em comportamento humilde e generoso. Educado e com um jeitão acolhedor aos seus amigos e clientes, Darci vestia a camisa da emp

A cruz de Cristo nas cruzes do povo brasileiro

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  A cruz de Cristo nas cruzes do povo brasileiro   Sei que o Espírito Santo jamais nos guia a reclamar; ele nos guia a adorar. Mas, nesta Semana Santa podemos aprender com as passagens bíblicas a enxergar o Brasil com olhos de generosidade divina. Enxergar nas cruzes do povo brasileiro a cruz de Cristo. Sem querer ser radical nas comparações, já que desde o inicio da humanidade existe desigualdade, podemos refletir na imagem deste domingo com Jesus andando no burrinho até Jerusalém. Símbolo do transporte dos pobres o jumentinho que passou por ramos nas mãos do povo e tecidos colocados no chão, dignificava o filho de Deus que seria dias depois na sexta-feira da paixão, crucificado como malfeitor pela falta de sabedoria do povo e do dirigente maior Pilatos.   Ele carregou a cruz nas estações do calvário, sofreu as injustiças, foi humilhado e tudo por uma causa maior que é a   nossa salvação. Em síntese essa é a decisão do Pai para com o seu filho amado. Fico pensando o que será que

O impacto do “Cenário de Calvário”

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  O impacto do “Cenário de Calvário” A semana que passamos juntos neste final do mês de março de 2021 nos lembra dum cenário de calvário. A caminhada de Jesus com a cruz até o calvário a ser celebrado na Semana Santa é dolorosa. Para mais de três mil pessoas que faleceram terça-feira (23) em um único dia com o COVID-19 também. A diferença entre ambos os calvários é que o de Jesus tinha um objetivo do Pai em proporcionar com a sua ressurreição, a salvação da humanidade. E foi graças a esse calvário de Jesus que todas as pessoas que partem a cada dia encontram no céu a sua libertação física corporal. Passam a ter uma vida espiritual pela ressurreição. Com certeza, pela fé, sabemos que elas estarão em paz pela crença que tiveram em Jesus: Caminho, a Verdade e a Vida. Cada vez que as imagens na televisão mostram as UTIs lotadas dos hospitais, homens e mulheres, seminus cobertos com lençóis e ligados em aparelhos, fios e dependentes dos profissionais da saúde, imagino a cena do calvário

Os 100 anos da Zezé

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  Os 100 anos da Zezé Há treze milhões de brasileiros com o nome José e seus derivados, como Josefina.   Entre esses nomes, tem o meu José e o da Maria José Nicolini Ferreira. Dia 19 de março é o Dia de São José. Uma benção do padroeiro José, que ele é lembrado no mundo por ser, para os cristãos, o pai adotivo de Jesus. Junto com Maria, José, como consta na palavra sagrada, assumiu a família que reverenciamos como modelo.   O nosso artigo especial desta quinta-feira é para homenagear a Maria José Nicolini Ferreira, a “Zezé”. Neste dia 18 de março a Zezé completa 100 anos de vida. Zezé tem origem de nome e significado “Moça Bonita”.   Olhar a sua recente foto que ilustra este espaço, nos traz a sua imagem resplandecente de uma tataravó, bisavó, avó, mãe e esposa do saudoso Hélio Ferreira. Convivo com a Zezé há pelo menos uns 40 anos. Sei da sua história e sua família, cuja neta Fernanda é minha afilhada de batismo. Zezé realiza nesta jornada de vida os seus 100 anos com dignidad

Tributo a José Roberto Ercolin

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  Tributo a José Roberto Ercolin   Por Vanderlei Testa   É como ele estivesse vivo no meio de nós. Uma prosa homenageando José Roberto Ercolin imaginando que nesta semana iria novamente seguir a sua rotina diária até os estúdios da rádio, cuja fidelidade aos microfones, à verdade nas notícias, ao seu caráter e aos diretores da emissora e colegas de trabalho seria lembrada para sempre. A fatalidade o levou muito cedo. Ficou a saudade a notícia que ninguém gostaria de dar. Vá em paz com o seu ídolo maior. Acordar de madrugada. Ouvir o galo cantar e pular da cama.   Essa rotina cabocla do trabalhador do campo e das pessoas que necessitam de tempo para chegarem ao seu serviço, faz parte da rotina dos locutores do jornalismo da Rádio Ipanema/Jovem Pan. O programa diário exige, em especial, de um dos profissionais que conheço e admiro pela sua competência, um despertar na escuridão da sua cidade de Porto Feliz. José Roberto Ercolin sempre foi um apaixonado pelos microfones. Acredit

Tributo ao Benê Carriel

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  A Covid levou o sorocabano Benê Carniel  Desde o dia 11 de março de 2021, após um ano do início do novocoranavírus o Brasil vem enfrentando a maior crise de contaminação já vista no país. Sem UTIs para atender a todos enfermos e um pouco caso governamental na aquisição de vacinas mostrada pela imprensa nacional, vamos perdendo amigos e familiares a cada dia. É insuportável ler e ouvir tantos sofrimentos da população. Dói muito. Enquanto isso, as declarações e imagens insanas de quem deveria dar o exemplo ao país, nada colabora àqueles que perdem a cada dia milhares de entes queridos. Na sexta-feira, 12 de março, foram mais de 1.200 mortes no Brasil pelo Covid-19. O saudoso Benedito Aldo Carniel nasceu em Sorocaba. O “Benê” sempre carregou consigo esse apelido carinhoso. A COVID-19 o levou no final do mês de fevereiro. Seu pai, Angelo Carriel, diácono na Catedral Metropolitana quando me casei, foi o celebrante da cerimônia. O Benê passou pelo fogo devastador desta pandemia. Sofreu

O Papa Francisco no Iraque e a prosa do dia com otimis

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  Você acorda no sábado e vai ler as mensagens da sua rede social. Vê notícias dos seus amigos e de outras pessoas postando as suas vaidades pessoais. Há as críticas aos governantes e elogios aos aniversariantes do dia. Acompanha o aumento do preço do combustível, a viagem do Papa Francisco ao Iraque, numa primeira e arriscada missão de um pontífice ao país. Acompanha os jogos do final de semana e fica na torcida. Toma o seu café da manhã. O que mais te impressiona são os números de contaminados e mortos pelo coronavírus. Se já teve um familiar envolvido nessa triste realidade mundial do COVID, alerta os amigos para usarem máscaras e o distanciamento social. Enquanto   isso, o nosso cérebro que é sensível, acumula informações e sentimentos. Duas horas depois de levantarmos estamos com o “tanque cheio de combustível de notícias”. Se você é um ser humano normal, vai absorver tudo e filtrar. Se não for, o pânico aumenta, angústia e depressão aumentam com o passar do dia. Principalment